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Descontrole emocional pode causar gastrite

Má alimentação, excesso de trabalho, cuidados domésticos e dos filhos, sedentarismo e maus hábitos. Estes são alguns exemplos do cotidiano de milhares de brasileiros que precisam equilibrar a vida pessoal, profissional e as dificuldades que surgem diariamente. No entanto, não é tão simples encontrar o meio-termo e a constante agitação pode provocar estresse, ansiedade e é um dos fatores que desencadeia a gastrite.

A doença é uma inflamação no intestino provocada pelo aumento da produção do ácido clorídrico e, de acordo com o gastroenterologista do Hapvida Saúde, Franklin Queiroz Barbosa, as causas podem ser fisiológicas (predisposição genética), exógenas (bebidas, cigarro, câncer) e emocionais (depressão, estresse, euforia). “A ansiedade também ajuda no desenvolvimento da doença, pois quando a pessoa não consegue relaxar, o estômago eleva os níveis de produção do ácido”, explica o médico.
Identificar que algo está errado com o organismo nem sempre é tão difícil, mas, no caso da gastrite, talvez seja ainda mais fácil descobrir, já que um dos principais sintomas é a sensação de queimação no estômago. Porém, é preciso que a doença seja tratada com rapidez para que o paciente não sofra com outras sensações desagradáveis, como dores no abdomen, diarreia e vômito com sangue, barriga inchada, barulhos no estômago provocados pelo excesso de gases e, até mesmo, perda de sono durante a noite.
“De início, a doença é simples de ser tratada, mas dependendo do nível, o paciente pode necessitar de um tratamento prolongando que o afastará de suas atividades cotidianas. Por isso, assim que surgir o primeiro sintoma é necessário procurar um médico para que ele faça uma avaliação e solicite uma endoscopia, que é a única forma de obter o diagnóstico preciso”, aconselha o especialista.
Como prevenir
A doença atinge desde crianças até idosos, mas os maiores índices são em homens de 30 a 45 anos, devido aos excessos de cigarros, bebidas alcoólicas e má alimentação. De acordo com o médico, a prevenção consiste em uma mudança dos hábitos ruins para uma vida mais saudável. Alimentação correta, controle de ansiedade, diminuição dos níveis de estresse, boas noites de sono e atividades físicas colaboram para evitar a doença.
Além disso, esse cuidado também deve existir mesmo se o paciente já estiver com a doença. Nesse caso, é preciso deixar de lado tudo de contiver cafeína, gordura, excesso de açúcares, farináceos e bebidas gaseificadas. O especialista do Hapvida Saúde afirma ainda que “é bom que as pessoas separem um momento para a digestão, pois alimentar-se e exercer algum trabalho logo em seguida pode piorar a doença
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Regurgitações em excesso de lactantes pode caracterizar doença de refluxo

Ser mãe é um ofício que exige contínuo aprendizado. Para quem é de primeira viagem, então, as dúvidas borbulham a todo minuto e cada fase é uma novidade. Uma das maiores preocupações corresponde quanto à naturalidade e saúde do refluxo e das regurgitações, também conhecidas como gofo.

Cristina Canuto, pediatra do Hapvida Saúde, conta que antes de tudo é importante definir a diferença entre os dois casos. “Regurgitação é o retorno do conteúdo gástrico para a boca, de onde é expelido sem esforço, enquanto no refluxo gastroexofásico (RGE) o conteúdo gástrico volta para o esôfago, com ou sem regurgitação ou vômito”, pontua.
Em lactantes, a ocorrência de RGE fisiológico é comum, geralmente caracterizado por episódios de regurgitação no período pós-mamadas, vômitos isolados e choro determinando algum grau de desconforto. Esses sintomas não são acompanhados de dificuldade alimentar e não acarretam alterações no desenvolvimento ponderal. “Deixar o bebê arrotar e dispô-lo em posição ereta é o correto a se fazer”, orienta. As regurgitações têm pico de ocorrência entre dois e quatro meses, diminuindo até os seis meses de idade.
Uma notícia positiva: essa condição é normal. No entanto, a preocupação deve existir quando o quadro for exagerado. “Na doença do refluxo gastroesofágico a regurgitação é em grande quantidade, cerca de cinco vezes ao dia, ocorre longe das mamadas, soluços tardios, choro excessivo, dificuldade para mamar, perda de peso, tosse crônica e, às vezes, apneia”, avisa a pediatra.
Algumas recomendações também são feitas quanto à mamada, nos casos de diagnóstico de RGE não-fisiológico. Após o ato, deixar no colo ereto por alguns minutos e então colocar na cama em decúbito lateral esquerdo. Travesseiros anti-refluxo auxiliam no alívio dos sintomas.
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Atualização de CPF

A agência nacional de saúde, no cumprimento das atividades previstas no Art.20 da Lei 9656, exige que beneficiários de plano de saúde maior de 18 anos informe seu CPF.

Em atenção a esta exigência, solicitamos para aqueles que foram notificados por e-mail, SMS, através do boleto ou por contato telefônico que atualize agora mesmo seus dados cadastrais.

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TPM: Nutricionista explica em quais situações a ingestão dos minerais, ferro e zinco pode fazer bem ou mal

Um curto espaço de dias, todo mês, dá a elas fama de impacientes, furiosas e chatas. Adjetivos que desagradam o ego de qualquer mulher. É a Tensão Pré-Menstrual (TPM), período em que os ânimos estão à flor da pele e a vulnerabilidade em alta. Porém, um estudo publicado no site American Journal of Epidemiology pretende reduzir as consequências dessa alteração hormonal.

Liderada pela Escola de Saúde Pública e Ciências da Saúde da Universidade de Massachusetts e pela Universidade Harvard, ambas nos Estados Unidos, a pesquisa conta com universo de cerca de 3 mil mulheres, acompanhadas por meio de questionários diários desde 2003. Quando selecionadas, no início do estudo, elas não apresentavam nenhum sinal de TPM. O resultado foi seguinte: 1.057 delas foram diagnosticadas com sintomas do distúrbio e outras 1.968 permaneceram livres dele.

“Descobrimos que os riscos de desenvolvimento da TPM em mulheres que consumiram ferro de alimentos de origem vegetal e em suplementos é de 30% a 40% menor que em relação àquelas que consumiram quantidades pequenas do nutriente”, comentou a pesquisadora Elizabeth Bertone-Johnson, uma das autoras do estudo, no site American Journal of Epidemiology. O consumo elevado de zinco também foi ligado à redução da tensão pré-menstrual.

A nutricionista Larissa Albuquerque, do Hapvida Saúde, atenta que o estudo ainda é sugestivo, então não se pode ter certeza dos resultados, principalmente porque ele sugere uma suplementação maior que a recomendada para mulheres antes da menopausa. “Não podemos esquecer que a reação positiva depende do fator organismo, é individual, por exemplo, mulheres que tenham a taxa de ferritina alta devem evitar alimentos ricos em ferro”, explica.

No entanto, para quem não possui restrições naturais a estes alimentos, a ingestão pode ser feita sem grandes problemas, diariamente, pois são saudáveis e contributivos para o organismo como um todo. Mas, sem exageros! Larissa orienta que se a quantidade de ferro e zinco ingerida não for recomendada para a idade, pode causar efeito tóxico. Estes nutrientes são encontrados em verduras como a couve-folha, o brócolis, a rúcula, o espinafre, mas também em carne vermelha, vísceras, frutos do mar e em grãos, a exemplo do feijão e do grão de bico.

Quanto à atuação do sódio, sempre comentado como influência na TPM, ela explica que, por causar retenção hídrica, faz com que a mulher fique inchada, e como nesta fase ela já não se sente bem, o inchaço causa desconforto físico e também psicológico, já que ela não aceita ter o aumento de peso.

“Toda faixa etária tem recomendações diferentes”, lembra Larissa. Por isso, alerta: “é de grande importância sempre que quiser fazer uma suplementação ou saber qual a sua recomendação de nutrientes ou minerais, procurar um nutricionista”, finaliza. Dieta é coisa séria. Passar pelo período pré-menstrual com tranquilidade também.

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Gravidez após os 35 anos: Entenda por que adiar a maternidade pode trazer riscos à mãe e ao Bebê

Do ano de 2000 até hoje, houve um crescimento de 18% no número de mães que optam por ter filhos a partir dos 30 anos ou mais, no Brasil. Este cenário é apontado por uma pesquisa divulgada, em 2012, pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Estes dados refletem uma significativa mudança: as mulheres estão estudando mais e conquistando posições cada vez mais altas no mercado de trabalho. As mudanças de atitude e de comportamento têm feito com que muitas mulheres optem por esperar mais tempo para ter filhos, já que a maternidade acaba, muitas vezes, concorrendo com o tempo dedicado à carreira.
Adiar a maternidade pode trazer vantagens como o bebê nascer em uma família mais financeiramente estruturada e até mais madura. No entanto, quem decide esperar muitos anos para engravidar, precisa estar ciente dos cuidados que uma gestação nessas condições exige.

Especialistas afirmam que termos biológicos, a idade ideal para gerar um bebê está por volta dos 20 e 30 anos, fase da vida em que a mulher está mais fértil. A partir daí, há uma diminuição na produção de óvulos e a dificuldade de engravidar aumenta, trazendo riscos para mãe e bebê.

Segundo o tocoginecologista do Hapvida Saúde, Elson Almeida, a gestação após 35 anos necessita de atenção especial. É considerada uma gravidez de alto risco, pois nesta idade aumentam as chances de se desenvolver doenças crônicas e genéticas, como diabetes, hipertensão e tireoideopatias (doenças relacionadas à glândula tireoide), para as mães, e doenças genéticas aos filhos como as síndromes de Down, Patau e Edward. “As doenças genéticas podem ocorrer porque os óvulos da mãe em idade avançada podem estar ’envelhecidos’. Quanto maior a idade, maior a chance de haver tais doenças”, explica o médico.

Apesar destas complicações, o especialista afirma que hoje já existem mecanismos para avaliação dos problemas de saúde existente em cada paciente permitindo que mulheres com mais de 30 anos possam planejar uma gravidez segura, na qual as complicações da gestação podem ser amenizadas, desde que haja um acompanhamento médico.
“Antes de engravidar, é fundamental que mulheres nestas faixas etárias busquem uma avaliação médica, assim pode-se fazer um rastreio de doenças pelo histórico pessoal e familiar; controlar possíveis doenças crônicas; estabilizar doenças autoimunes; e iniciar o uso de complementos vitamínicos,” esclarece o tacoginecologista.

A promotora de vendas Maria Joelma Pereira, 30, é uma, entre muitas mães, que optou por adiar a maternidade em busca de qualificação profissional e almejou o “momento certo” para a chegada de Gabriel, hoje com 3 meses. Acima do peso quando engravidou, Joelma procurou atendimento médico contínuo em busca de uma gestação mais tranquila.
“Quando engravidei tive muitas dúvidas, por mais que tivesse o acompanhamento do obstetra. Então, tomei conhecimento do grupo Gerando do Hapvida e lá fui acolhida com toda atenção que uma grávida precisa,” relembra a mãe de Gabriel.

O acompanhamento contínuo é a melhor opção para uma gravidez tranquila. Independente do tipo de gestação, o acompanhamento médico proporciona um monitoramento da gravidez e ajuda no controle da manifestação de doenças que podem interferir no bom andamento do pré-natal. Para isso, o Grupo Gerando, da Unidade Medicina Preventiva do Hapvida Saúde, atua desenvolvendo atividades que vão desde a realização de palestras até a promoção de oficinas, onde as futuras mães podem aprender um pouco mais acerca das mudanças do corpo materno, os primeiros cuidados com o recém-nascido, tipos de parto, dicas de alimentação saudável, relaxamento corporal, shantala (massagem relaxante de origem indiana, indicada para bebês) e etc. O Gerando reúne grupos de grávidas em um momento mensal, no qual elas recebem toda a atenção de obstetras, enfermeiros, nutricionistas, terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos que as acompanham durante toda a gestação.

De acordo com a enfermeira responsável pelo grupo, Catarina Aguiar, estas ações são importantes pelo seu caráter educativo e preventivo. “Educativo, pois as mães são instruídas em relação às mudanças e possibilidades do período gestacional e puerperal, além de prevenir as alterações indicativas de alguma anormalidade nesse período, propiciando o bem-estar, de mãe para filho”, explica a enfermeira. “Nestes encontros, o processo de aprendizagem é uma via de mão dupla, haja vista que as mães, com todas as suas expectativas, esperanças, ansiedade, conseguem expressar o turbilhão de emoções pelo qual estão passando, e os profissionais que as acolhem, sentem-se também agraciados por tais reações e experiências de vida”, finaliza Catarina.

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