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Alimentação saudável previne doenças

Os problemas com a alimentação são cada vez mais recorrentes. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada ano 38 milhões de pessoas morrem em decorrência de doenças não contagiosas, dentre elas a obesidade. O processo de mudança normalmente não é fácil, mas, de acordo com a nutricionista do Hapvida, Tanara Ferreira, quando se busca qualidade de vida é fundamental abandonar os velhos hábitos.

“Não fazer dietas da moda, não comer açúcar em excesso, nem abusar do sal, reduzir as gorduras de origem animal e não abusar de bebidas alcoólicas. O objetivo é a manutenção da saúde física e psicológica, aumentando a qualidade de vida, pois nosso
corpo sempre reage de acordo com o tratamento que recebe”, afirma.

As mudanças, que para alguns podem parecer rigorosas, não precisam ser radicais. A ideia é inserir novos costumes no dia a dia ao ponto deles se tornarem parte do cotidiano. “Para ser adepto de bons hábitos alimentares, as recomendações são simples, como ingerir de seis a oito copos de água por dia, por exemplo” orienta a nutricionista do Hapvida.

De acordo com Tanara Ferreira, deve-se ingerir os alimentos necessários e sem exageros. “Alimentar-se a cada três horas, alternando, entre uma refeição e outra, frutas e chás, além de fazer de 3 a 5 refeições diárias e nos horários corretos”, explica.

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Parto normal sem dor; saiba o que é analgesia

A dor do parto normal é apontada como o principal motivo para mulheres não optarem pelo procedimento na hora de ter o bebê. Porém, o que muitas não sabem, é que para ajudar aliviar a dor do parto, existe atualmente duas formas: a analgesia e a anestesia.

Para que você entenda melhor, o obstetra do Hapvida, Lourivaldo Rodrigues, explica que é a analgesia, veja no Minha Saúde Hapvida.

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Obesidade infantil tem relação direta com sedentarismo

Quanto mais tempo a criança passa em frente à televisão mais chance ela terá de ser obesa.  Pelo menos, foi isso que apontou a pesquisa feita pela Universidade de Coimbra, em Portugal. De acordo com o estudo, que ouviu mais de 17 mil crianças, três em cada dez crianças, entre 6 e 10 anos, são consideradas acima do peso. Desse número, 14% podem ser classificadas como obesas.

No Brasil, os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que uma em cada três crianças está com peso acima do percentual recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Esse impacto na saúde das crianças é reflexo da vida nas grandes cidades. Com as metrópoles com poucas opções de diversão, a garotada prefere ficar em casa para assistir TVS, filmes, programas ou jogos eletrônicos. Aliado a esse fator, as emissoras investem cada vez mais na programação infantil diferenciada e nos constantes lançamentos de jogos.
De acordo com a nutricionista do Hapvida, Fátima Barros, esse resultado é reflexo do sedentarismo das crianças. “Elas estão diminuindo a prática de atividades físicas. Por causa dos jogos eletrônicos, elas não brincam de correr, pular. Agora, elas só querem saber das novas opções de entretenimento oferecidas pelos jogos eletrônicos e pela televisão”, explica Fátima.  A especialista destaca que isso reflete diretamente na alimentação. “A atividade física incentiva o compromisso da criança  no controle alimentar  e propicia  a melhora da autoestima”, finaliza.
A nutricionista explica que vários fatores contribuem para o grande número de casos de crianças obesas. Entre eles os fatores etiológicos, como: genético (crianças que têm pais com sobrepeso tem mais chance de apresentar o mesmo perfil), fisiológicos (fatores endócrinos e metabólicos), ambientais (prática alimentar e atividade física) e psicológicos. “A história alimentar é muito importante para determinar a ocorrência da obesidade e de outros distúrbios de comportamento alimentar”, orienta Fátima.
Nos últimos anos, o brasileiro vem aumentando o peso
Como método de prevenção, a nutricionista aponta que a base de uma alimentação equilibrada é refeição saudável combinada com atividade física.  “É fundamental a criança reduzir fast-food, alimentos ricos em gorduras, refrigerantes e açúcares”, explica.  Segundo ela, a forma de preparar os alimentos  e a quantidade ingerida faz com que algumas crianças consumam mais comida do que precisam e por isso ganhem peso. “É necessário assegurar a qualidade nutricional e quantidade adequada, através de uma refeição satisfatória”, explica.
Nos últimos anos, o brasileiro vem aumentando o peso. Pelo menos é o que apontam os números do IBGE. Segundo os dados, o excesso de peso em homens adultos saltou de 18,5% para 50,1% e o excesso em mulheres foi de 28,7% para 48%. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 2,6 milhões de pessoas morrem todos os anos por causa da obesidade ou do sobrepeso. A OMS calcula que, em todo o mundo, mais de 1 bilhão de adultos está acima do peso. Destes, 300 milhões são obesos.
De acordo com a nutricionista do Hapvida Saúde, Fátima Barros, o melhor tratamento da criança obesa não deverá ser feito com dietas restritivas. É necessário fazer uma reeducação alimentar. “Os pais devem fazer um trabalho de reeducação alimentar.  Isso requer tempo. Eles devem sempre estimular o consumo de alimentos saudáveis como frutas, vegetais e grãos intestinais”, explica. Ela ainda afirma que é preciso diminuir o consumo de gorduras animais, açúcar refinado, sal e alimentos ricos em sódio.
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Saiba o que causa o escurecimento dos dentes

Há quem diga que a carta de apresentação de uma pessoa é seu sorriso. E a falta daqueles dentes branquinhos muitas vezes afeta a autoestima de quem sonha em “sorrir como uma celebridade”. O que pode ser feito para evitar o escurecimento do esmalte dentário?

 

A odontóloga do Hapvida Saúde, Gilmara Lucena, explica que o termo correto é desmineralização, pois o esmalte é um tecido que recobre a dentina, sendo composto por minerais, água e materiais orgânicos. “Ele é translúcido, mas pode variar de amarelo claro ao branco acinzentado. A cor da dentina e a interferência de qualquer material externo afeta diretamente na sua transparência”, conta.
Para a cor do esmalte dental, o maior vilão é o açúcar e os alimentos derivados dele – conhecidos como cariogênicos. “Refrigerantes, frutas cítricas e sucos podem levar à interferência da coloração, pois provocam a diminuição do PH da dentina, desmineralizando o esmalte. Café, cigarro, chocolate e álcool também estão na lista”, pontua a dentista. A dica é evitar a frequência desses alimentos e realizar a higienização com dentifrícios periodicamente.
Quando se utiliza aparelho ortodôntico, é comum que após a retirada a marca dos brackets fique exposta. Isso se dá pois aquela área estava intacta de agentes corrosivos externos devido ao aparelho. Nesses casos, existem duas opções: a remineralização com aplicações de flúor ou de verniz fluoretado.
Gilmara ressalta ainda que o resgate de tonalidades claras nos dentes acontece apenas com procedimentos químicos e não naturalmente. “No clareamento, o ácido age afetando a dentina que dá cor ao dente na medida desejada pelo paciente”, finaliza.
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Descontrole emocional pode causar gastrite

Má alimentação, excesso de trabalho, cuidados domésticos e dos filhos, sedentarismo e maus hábitos. Estes são alguns exemplos do cotidiano de milhares de brasileiros que precisam equilibrar a vida pessoal, profissional e as dificuldades que surgem diariamente. No entanto, não é tão simples encontrar o meio-termo e a constante agitação pode provocar estresse, ansiedade e é um dos fatores que desencadeia a gastrite.

A doença é uma inflamação no intestino provocada pelo aumento da produção do ácido clorídrico e, de acordo com o gastroenterologista do Hapvida Saúde, Franklin Queiroz Barbosa, as causas podem ser fisiológicas (predisposição genética), exógenas (bebidas, cigarro, câncer) e emocionais (depressão, estresse, euforia). “A ansiedade também ajuda no desenvolvimento da doença, pois quando a pessoa não consegue relaxar, o estômago eleva os níveis de produção do ácido”, explica o médico.
Identificar que algo está errado com o organismo nem sempre é tão difícil, mas, no caso da gastrite, talvez seja ainda mais fácil descobrir, já que um dos principais sintomas é a sensação de queimação no estômago. Porém, é preciso que a doença seja tratada com rapidez para que o paciente não sofra com outras sensações desagradáveis, como dores no abdomen, diarreia e vômito com sangue, barriga inchada, barulhos no estômago provocados pelo excesso de gases e, até mesmo, perda de sono durante a noite.
“De início, a doença é simples de ser tratada, mas dependendo do nível, o paciente pode necessitar de um tratamento prolongando que o afastará de suas atividades cotidianas. Por isso, assim que surgir o primeiro sintoma é necessário procurar um médico para que ele faça uma avaliação e solicite uma endoscopia, que é a única forma de obter o diagnóstico preciso”, aconselha o especialista.
Como prevenir
A doença atinge desde crianças até idosos, mas os maiores índices são em homens de 30 a 45 anos, devido aos excessos de cigarros, bebidas alcoólicas e má alimentação. De acordo com o médico, a prevenção consiste em uma mudança dos hábitos ruins para uma vida mais saudável. Alimentação correta, controle de ansiedade, diminuição dos níveis de estresse, boas noites de sono e atividades físicas colaboram para evitar a doença.
Além disso, esse cuidado também deve existir mesmo se o paciente já estiver com a doença. Nesse caso, é preciso deixar de lado tudo de contiver cafeína, gordura, excesso de açúcares, farináceos e bebidas gaseificadas. O especialista do Hapvida Saúde afirma ainda que “é bom que as pessoas separem um momento para a digestão, pois alimentar-se e exercer algum trabalho logo em seguida pode piorar a doença
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Regurgitações em excesso de lactantes pode caracterizar doença de refluxo

Ser mãe é um ofício que exige contínuo aprendizado. Para quem é de primeira viagem, então, as dúvidas borbulham a todo minuto e cada fase é uma novidade. Uma das maiores preocupações corresponde quanto à naturalidade e saúde do refluxo e das regurgitações, também conhecidas como gofo.

Cristina Canuto, pediatra do Hapvida Saúde, conta que antes de tudo é importante definir a diferença entre os dois casos. “Regurgitação é o retorno do conteúdo gástrico para a boca, de onde é expelido sem esforço, enquanto no refluxo gastroexofásico (RGE) o conteúdo gástrico volta para o esôfago, com ou sem regurgitação ou vômito”, pontua.
Em lactantes, a ocorrência de RGE fisiológico é comum, geralmente caracterizado por episódios de regurgitação no período pós-mamadas, vômitos isolados e choro determinando algum grau de desconforto. Esses sintomas não são acompanhados de dificuldade alimentar e não acarretam alterações no desenvolvimento ponderal. “Deixar o bebê arrotar e dispô-lo em posição ereta é o correto a se fazer”, orienta. As regurgitações têm pico de ocorrência entre dois e quatro meses, diminuindo até os seis meses de idade.
Uma notícia positiva: essa condição é normal. No entanto, a preocupação deve existir quando o quadro for exagerado. “Na doença do refluxo gastroesofágico a regurgitação é em grande quantidade, cerca de cinco vezes ao dia, ocorre longe das mamadas, soluços tardios, choro excessivo, dificuldade para mamar, perda de peso, tosse crônica e, às vezes, apneia”, avisa a pediatra.
Algumas recomendações também são feitas quanto à mamada, nos casos de diagnóstico de RGE não-fisiológico. Após o ato, deixar no colo ereto por alguns minutos e então colocar na cama em decúbito lateral esquerdo. Travesseiros anti-refluxo auxiliam no alívio dos sintomas.